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WÁLTER GEORGE DURST
Sua inquietação intelectual e experiência como cienasta se contradizem com seus primeiros trabalhos como autor de telenovela. Contratado da Colgate-Palmolive e sob a orientação de Glória Magadan, Durst adaptou diversos dramalhões importados. No final dos anos 60 esteve na recém-inaugurada TV Bandeirantes, onde escreveu para o Teatro Cacilda Becker. Passou pela TV Cultura de São Paulo, onde mais uma vez se destacou na produção de teleteatros. Voltou à telenovela em 1975, com a inesquecível Gabriela. Sua novela seguinte, Despedida de Casado, já estava com produção adiantada quando foi vetada pela censura. Durst escreveu então Nina. Escreveu ainda algumas minisséries de grande sucesso na década de 80. o sorriso de helena (1964/65 - Tupi) gutierritos, o drama dos humildes (1964/65 - Tupi) teresa (1965 - Tupi) o cara suja (1965 - Tupi) a cor da sua pele (1965 - Tupi) a outra (1965 - Tupi) um rosto perdido (1965/66 - Tupi) meu filho, minha vida (1967 - Tupi) o bolha (1969 - Bandeirantes - com Sylvan Paezzo) gabriela (1975 - Globo) nina (1977 - Globo) carga pesada (1979/80 - Globo - seriado - co-autor) obrigado doutor (1981 - Globo - seriado – co-autor) terras do sem fim (1981/82 - Globo) anarquistas, graças à deus (1984 - Globo - minissérie) rabo de saia (1984 - Globo - minissérie) grande sertão, veredas (1985 - Globo - minissérie ) memórias de um gigolô (1986 - Globo - minissérie) |