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LAURO CÉSAR MUNIZ
Sua estréia como telenovelista ocorreu em 1966, na TV Excelsior, com a ousada Ninguém Crê em Mim. O impulso em sua carreira na TV aconteceu na TV Record - de pouca tradição em telenovela - quando fez a adaptação de As Pupilas do Senhor Reitor, e ao escrever Os Deuses Estão Mortos. Sua estréia na Rede Globo foi em 1972, substituindo Bráulio Pedroso no texto de O Bofe. No ano seguinte escrevia sua primeira novela solo na casa: a romântica Carinhoso. Mas seu grande momento foi com a excelente Escalada em 1975. Em 1976 escreveu O Casarão, e em 1977 contou o dia-a-dia da classe artística brasileira na curiosa Espelho Mágico. Em 1979 assistiu o contraste do sucesso de sua peça Sinal de Vida com a pouca aceitação da novela Os Gigantes. Voltaria a fazer sucesso em 1986 com Roda de Fogo, e em 1989 com O Salvador da Pátria (baseada em um Caso Especial seu, O Crime do Zé Bigorna). ninguém crê em mim (1966 - Excelsior) o morro dos ventos uivantes (1967 - Excelsior) a de amor (1967 - Tupi - série) estrelas no chão (1967 - Tupi) as pupilas do senhor reitor (1970/71 - Record) os deuses estão mortos (1971 - Record) quarenta anos depois (1971/72 - Record) o bofe (1972 - Globo - final) carinhoso (1973/74 - Globo) corrida do ouro (1974 - Globo - com Gilberto Braga) escalada (1975 - Globo) o casarão (1976 - Globo) espelho mágico (1977 - Globo) os gigantes (1979 - Globo) rosa baiana (1981 - Bandeirantes) sol de verão (1983 - Globo - final) transas e caretas (1984 - Globo) um sonho a mais (1985 - Globo - argumento) roda de fogo (1986/87 - Globo) o salvador da pátria (1989 - Globo) araponga (1990 - Globo - co-autor) perigosas peruas (1992 - Globo - supervisão de texto) sonho meu (1993/94 - Globo - supervisão de texto) quem é você (1996 - Globo - co-autor) zazá (1997 - Globo) chiquinha gonzaga (1999 - Globo - minissérie) aquarela do brasil (2000 - Globo - minissérie) |